segunda-feira, 22 de setembro de 2014

CONTO: FECHA OS OLHOS E APROVEITA.

FECHA OS OLHOS E APROVEITA.

Conto de: Rodrigo Vivanco.


Recebi um convite para escrever sobre o lance que ocorreu com meu primo e aqui estou, espero que curtam. Já de antemão, independente do que vocês venham a ler, registro que tenho respeito por todas as orientações sexuais.


Meu nome é Ryan, tenho 20 anos. 1,80m de altura e 83kg. Faço musculação e pratico jiu-jtsu. Dizem que sou briguento, mas isso não é verdade, apenas é que eu não levo desaforo para casa e eu também gosto de proteger as pessoas que são importantes para mim. Fora isso, gosto de jogar bola e sou vascaíno. Sou hetero, gosto de transar com mulheres e nunca havia passado pela minha cabeça a ideia de fazer sexo com outro homem. Até que há algum tempo atrás comecei a perceber um certo olhar diferente do meu primo André, ele era mais novo que eu, tinha 17 anos.

Normalmente eu sou meio desligado para esse tipo coisa, eu não reparo se tem algum cara me olhando ou não, a não ser quando é muito na cara. Tenho ódio quando vejo na balada algum homem ficar me secando e dando sorrisinho pra mim. Eu normalmente ignoro, mas se o veadinho fica insistindo em ficar me olhando e dando sorrisinho, eu chego junto e pergunto na grosseria “Qual é? Tá me olhando por quê, caralho?” E na maioria das vezes isso já resolve e o veadinho assustado para de olhar e vai pra outro canto.

De inicio, eu fiquei muito na duvida se meu primo tava realmente olhando para mim de um jeito diferente ou se era apenas alguma maluquice da minha cabeça. A gente passava muitos finais de semana juntos no sítio do nosso avô, então a gente sempre se via. O problema que, fora as olhadas, ele não dava nenhum outro indício de que poderia ser gay, pelo contrário, ele era todo machãozinho, pegava mulheres e tal.

Mas a minha dúvida foi lançada para bem longe no espaço, quando um dia lá no sítio eu o flagrei cheirando uma cueca minha usada, que estava jogada junto com o resto das minhas coisas, no quarto onde a gente costumava dormir. Na hora, eu me recusei a acreditar e voltei para sala, sem que ele tivesse percebido o flagrante.

No começo, eu senti muito nojo do André, eu costumava cumprimentá-lo com aperto de mão sempre que o vi e aí até parei de fazer isso, de tanto nojo, não queria que ele encostasse em mim, mesmo que fosse apenas para um aperto de mão. Só que ao mesmo tempo, por mais contraditório que isso pudesse ser, eu passei a sempre deixar minha cueca usada no mesmo lugar, para que ele pudesse ir lá cheirá-la. E pior, eu ficava sempre espionando e sentia tesão em ver aquele moleque metido a machinho cheirar minha cueca usada.

As coisas começaram a avançar um pouco mais. Eu passei a gozar na cueca e a deixá-la lá com minha porra. O meu primo ia lá e lambia toda a porra que estava no tecido da cueca, igual a uma putinha. Aquilo me deixava com mais tesão ainda.

Durante muito tempo, as coisas não passaram disso. Mas eu sentia nascer dentro de mim um lado sexual perverso que eu não sabia que existia. Eu continuava a sentir tesão por mulheres, mas de repente a ideia de um veadinho se humilhando na minha frente, apenas para poder ter o prazer de sentir a minha porra,  passou a ser bastante excitante.

A situado ficou insustentável em certo um final de semana, no qual havia uns 20 dias que eu não transava com nenhuma mulher. Portanto, eu estava com muito tesão acumulado.

Eu e meu primo André estávamos no sítio. Já era madrugada e eu e ele estávamos jogando um video-game que tínhamos lá. Eu estava numa cama e ele na outra. Eu estava sentado meio largado na cama, sem camisa, apenas de cueca e bermuda. Ele estava deitado de bruços, usando uma camisa e um short. Comecei a reparar no contorno de sua bundinha. Era uma bundinha bem bem bonitinha, redondinha. Devia ter um buraquinho bem apertadinho ali.

- Dé, faz misto quente e um copo de nescau pra mim, que tô com fome.

Meu primo olhou pra mim um pouco indignado. Ele não estava exatamente surpreso, porque ele sabia que eu era meio folgado.

- Ahh Ryan! Você que faça pra você. - ele rebateu.
- Eu não tô pedindo, eu tô mandando. - falei, já com o tô ignorante na voz.

Ele olhou pra mim visivelmente consternado, acho que ele pensou em abrir a boca para argumentar, mas desistiu no meio da ideia, já que ele sabia que eu era mais forte que ele. Ele simplesmente levantou e uns dez minutos depois voltou com dois sanduíches e dois copos de nescau. Acho que era pra ser um pra mim e um pra ele.

- Eu vou ficar com os dois. - falei, mantendo o tom escroto na voz.
- Tá bem moleque, calma… - ele disse, entregando o lanche pra mim. - Que que tá pegando?
- Nada, só estou com fome mesmo.

Eu estava obstinado a fazer a mascara do meu primo machinho cair. Depois que terminei de comer, falei que estava com os pés cansados e doendo (eu calçava 42) e que seria muito bom receber uma massagem.

- Você só pode tá brincando né véi? - protestou meu primo.

Eu já ia novamente partir para a ignorância e obrigá-lo a fazer a massagem, quando uma outra ideia me passou pela cabeça. Não teria graça se ele tivesse a desculpa de estar fazendo aquilo porque eu o tinha obrigado. Eu queria que a mascara dele caísse. Eu queria que ele não tivesse qualquer desculpas para justificar aquilo. A única desculpa que ele poderia ter era a de que ele era um veadinho enrustido, submisso e que me venerava.

- Pow, que grilo. nada demais, primo. Era só uma massagem pra quebrar o galho. Mas tudo bem. Não precisa então. - respondi.

Voltamos a jogar o vídeo-game, mas ele agora estava sentado e eu reparei que hora e outra ele dava um jeito de olhar em direção aos meus pés, mas a pretexto de estar olhando para outro lugar. Então, depois de alguns minutos jogando vídeo-game em silêncio, ele quebrou o silêncio.

- Você tá sentindo muita dor véi? - ele perguntou.
- Do que você tá falando? - retruquei, me fazendo de sonso.
- Pow cara, os seus os pés…
- Ah… Pow, sim.

Ele ficou quieto, esperando que eu pedisse novamente pela massagem, mas eu não falei nada. Então, percebi, ele fazer um esforço e engolir seu próprio orgulho.

- Eu posso quebrar o galho e fazer uma massagem pra você.
- Pow Dé, valeu moleque.
- Você não vai achar estranho não né?
- Nada a ver véi. É só uma massagem.

Ele veio e sentou na minha cama. Eu cruzei os braços atrás da minha nuca e fechei olhos. Em seguida, senti as duas mãos quentes e macias  de André tocarem o meu pé esquerdo, massageando-o. Era uma sensação muito boa. Poucos instantes depois, ele passou para o meu pé direito. Eu abri meus olhos e vi o volume no short dele, o veadinho tava de pinto durasso enquanto massageava meus pés, mas eu não falei nada, se eu falasse alguma coisa agora corria o risco dele travar, ainda estava cedo, mas aos poucos ele estava assumindo sua verdadeira natureza, a sua verdadeira vocação de ser a minha vadia, na hora e da forma que eu quisesse.

- Fica de joelho no chão, que fica mais fácil de fazer a massagem.
- Ah, não sei. Vai parecer meio esquisito…
- Nada a ver. Ia ficar mais fácil.

André então foi para o chão, tentando disfarçar ao máximo a sua ereção. Ele ficou de joelhos, seus rosto, seu nariz, sua boca, agora estavam mais próximo dos meus pés.

- Cara, tinha uma mina que fazia uma massagem nos meus pés com a boca, era bom demais. Você podia tentar, hein Dé.
- Com a boca é meio tenso.
- A gente faz o seguinte. Você tenta, se você achar muito ruim, você para. Na moral, Dé, quebra esse galho pra mim.
- Tudo bem, mas você fecha os olhos então.

Com muita hesitação, ele começou a lamber. Deve ter achado bom, porque continuou, lambendo cada centímetro dos meus pés, como se fosse um cachorrinho.

- Isso, garota. Continua que tá bom.

Imediatamente ele levantou, ferido no orgulho.

- Do que você me chamou?
- Relaxa, eu só confundi.
- Eu acho melhor eu parar.
- Relaxa Dé. Tava tão bom que eu confundi, só isso.

Ele balançou a cabeça, como se estivesse se auto-censurando.

Eu levantei da cama, puxei-o pela cintura e dei-lhe um beijo na boca. Ele tentou resistir, mas depois de alguns instantes cedeu ao beijo. Invadi sua boca com minha língua, mas parei subitamente.

- Eu sabia! Olha só pra você André, que vergonha, me beijando como se fosse uma menininha, com os dois braços encima do meu ombro.

André se desvencilhou e começou a guaguejar, tentando se justificar, mas suas palavras eram vazias e leves e se perdiam no ar. Aquilo só servia pra me deixar ainda mais excitado, ver o veadinho desorientado, desesperado, tentando justificar, tentando explicar o inexplicável.

- Fica de joelho, que hoje é seu dia de sorte. Vou tirar sua virgindade.
- Não cara, por favor. Foi só o beijo. Eu não sei o que me deu na cabeça.

Antes que ele pudesse continuar com mais lamúrias, dei um tapa com as costas da minha mão em seu rosto.

- Eu tô te dando o maior privilégio da sua vida e você diz não? Pensa bem, eu vou te dar dez segundos pra você ficar de joelhos na minha frente, depois disso você nunca mais vai ter a chance de chupar o meu cacete.

A expressão no rosto de André era indescritível, o seu lado orgulhoso e machinho tentando resistir, mas no fundo ele estava desesperado para poder ter a chance de cair de boca no meu pau e sentir toda a minha masculinidade. Ele então engoliu o orgulho e como se tivesse ligado o “foda-se”, ficou de joelho na minha frente.

Eu dei um tapinha camarada em seu rosto, ostentando meu domínio sobre ele.

- Muito bem. Agora você vai pagar um boquete bem gostoso pra mim e se eu sentir seu dente, vai levar um socão na cara.

Tirei meu cacete pra fora da bermuda e ele ficou olhando, maravilhado. Eu dei uma risada. Ele foi aproximando seu rosto até eu sentir seus lábios tocarem a cabeça do meu pau.

- Isso veadinho, chupa o meu cacete.

Quanto mais eu o xingava, quanto mais eu o humilhava, com mais tesão eu ficava, era impressionante. Era uma sensação totalmente diferente.

Aos poucos, André foi se libertando e começou a boquetar a minha pica com mais desenvoltura.

- Caralho, que gostoso, você chupa igual uma putinha moleque.

E cada elogio, André parecia ficar feliz e mais motivado, era uma autentica garotinha querendo satisfazer seu homem.

- Tá gostoso a minha pica, vadia?

Ele sequer dava o trabalho de parar pra responder, apenas balançava a cabeça fazendo que sim enquanto continuava a fazer o seu trabalho.

Eu relaxei contra parede e deixei o veadinho ficar lá me chupando. De vez quando ele parava e lambia o meu saco e lambia a cabeça do meu pau pra depois voltar a chupar. O meu pau babava dentro da boca dele, mas ele parecia estar gostando da babinha que meu cacete liberava.

Eu comecei a ficar perto de gozar, então peguei ele pelos cabelos e o fiz acelerar o ritmo da boquete.

- Toma, sua vadia. Você não queria leite de macho? Vai ter muito leitinho quente. Vou encher essa sua boquinha com a minha gala, seu veadinho. Toma.

Não demorou nem um minuto e soltei três jatões de porra dentro da boca dele, foi tanta porra, que até escorreu um pouco pelos seus lábios. Ele olhou pra cima, olhando pra mim, como se não soubesse o que fazer com aquele líquido dentro da sua boca.

- Tá olhando o quê? Engole essa porra aí.

Ele obedeceu e engoliu. Acho que ele achou que a coisa toda ia terminar por ali, mas ele estava enganado.

- Onde você pensa que vai? Hoje eu vou tirar a virgindade de uma putinha, você não escutou.
- Não cara, por favor. Tudo menos isso. Eu te chupo de novo se você quiser.
- Hahahaha. Mas é muito putinha mesmo. Já tá querendo mamar a minha pica de novo, sua safada.

Tirei suas roupas e mandei ele ficar em pé contra a parede e abrir as pernas. O meu primo era naturalmente lisinho, sem pelos.

- Caralho Dé, que bundinha gostosa você tem. Você nasceu pra isso, nasceu pra ser a cadelinha de outro macho.

Abri a bundinha dele, revelando seu cuzinho lisinho, passei o dedo e vi o corpo do meu primo estremecer.

- Hahahaha. Tá vendo só como seu rabinho tá implorando pra sentir o meu cacete dentro dele.

Comecei a lamber o seu cuzinho por fora e ele começou a suspirar de prazer igual uma putinha mesmo, com a bunda toda empadinha pra mim, deixando o cuzinho bem arrebitado pra facilitar o meu trabalho.

- Isso Dé, relaxa. Hoje você vai ser uma mulherzinha obediente.

Aos poucos fui forçando minha língua pra dentro do seu rabinho. Era difícil porque ele tinha o cuzinho bem apertado, mas fui forçando e o rabinho dele foi cedendo a minha língua, minha língua foi entrando dentro do cuzinho dele, enquanto minha barba roçava na sua bunda.

- Isso, continua. - ele pediu.

Ele empinava mais o quadril e jogava seu corpo contra o meu rosto, pra que minha língua pudesse entrar mais fundo. O pinto dele parecia que ia explodir de tanto tesão.

Eu tirei minha língua e percebi que ele ficou meio triste. Logo em seguida fui enfiando meio dedo do meio. Vi ele que no começo ele achou meio estranho, meio desconfortável. Enfiei mais um dedo e vi ele fazer uma expressão de dor. Aquele rabinho era muito apertado, tava comprimindo com força os meus dois dedos.

- Tá doendo cara.
- Relaxa moleque, já já você acostuma.

Aos pouquinhos ele foi se acostumando, conforme meus dois dedos iam massageando a parte interna do seu cuzinho. Ele então começou a rebolar e a fazer movimentos para os meus dois dedos entrassem mais fundo dentro dele.

Tirei os meus dedos e novamente ele pareceu ficar triste. Levantei e comecei a passar a cabeça do meu pau na sua entradinha. Ele se contorcia igual um doido. Fui forçando a entrada até a cabeça do meu pau entrar dentro dele.

- Puta que pariu. É muito grosso. Eu não vou aguentar não.

Ele tentou sair, mas eu o segurei a força e fui forçando o resto da minha pica.

- Psiuuu, quieta, garota.
- Por favor, tá doendo, eu não vou aguentar. Não tá bom. Ele é muito grande.

André tentava sair, mas eu o segurava com força.

- Cala boca que você é veadinho, então você tem que curtir. Para de frescura.

Enfiei todo o meu cacete dentro dele, o seu rabinho virgem era muito apertadinho. Comecei a morder sua orelha e esfregar minha barba nele, para distraí-lo, enquanto bombava bem devagarzinho a minha pica dentro dele.

- Vou te deixar arrombadinho. Nem adianta fingir, porque eu sei que é isso que você quer. Vai ficar com esse cuzinho arreganhado sim.

Enquanto eu falava toda espécie de putaria no ouvido do meu primo, ele ficava quieto, de olhos fechados, gemendo baixinho, como se estivesse tentando abstrair a dor.

- Aguenta aí, fecha os olhos e aproveita. Aproveita muito, porque hoje é seu dia de sorte, você tá tendo muita sorte de eu ter resolvido te comer.

As palavras devem ter feito algum sentindo pra ele ou então ele deve ter ficado mais acostumado com o tamanho do meu pau dentro dele, porque ele foi aos pouquinho relaxando e começando a empinar de novo seu quadril para que meu cacete pudesse ir mais fundo.

- Safada, tá querendo que eu vá mais fundo, é?
- Tô. Mete mais fundo vai, me deixa todo fudido, por favor.
- Vadia safada. Se quer ficar bem fodidinha, então implora mais, sua puta.
- Por favor, eu te imploro, eu quero sentir o seu cacete me fodendo todo, eu quero sentir o seu cacete me arreganhando.
- Hahaha. Agora sim. Parou de dor, é?
- Ainda tá doendo um pouquinho, mas tá gostoso, meu macho, não para não, por favor.
- Esse é veadinho mesmo. Então empina mais esse rabinho pra mim, anda sua puta.

André deixou sua bunda a mais empinada possível. Embora eu só tivesse lubrificado o seu cuzinho com a minha saliva, meu cacete agora deslizava com muita facilidade naquele rabinho, porque meu pau era muito babão, ai facilitava. Vez e outra, eu dava uma estocada mais funda, penetrando por inteiro os meus 20cm no rabo daquele veadinho.

- Tá curtindo, né veadinho?
- To, mto! Não para não. Mete vai, isso. Caralho, seu cacete é muito gostoso véi, puta que pariu.

Eu não ia conseguir segurar por muito mais tempo. Foi então quando senti o rabo do meu primo se contrair contra o meu pau enquanto eu o fodia. E aí reparei que ele estava gozando, dois jatos de porra saíram do seu pau. O veadinho tinha gozado sem nem encostar no próprio pau. Ele tinha gozado só de sentir minha pica dentro dele. Não aguentei e no mesmo instante dei a estocada mais funda que eu já tinha dado e despejei toda a minha porra dentro dele.


Fonte: http://grupia.com/124.contos-gays-reais/forum/fecha-os-olhos-e-aproveita